Bem, para variar um pouquito, já não vinha cá há algum tempo... Pois é, quem pensa que vida de estudante é muito boa e que não se faz nada está muito enganado! A vida de estudante Universitário não é saídas, borgas, e festas... é muito trabalho, directas, mais trabalho, noites pouco dormidas, e mais um pouco de trabalho... Mal temos tempo para nós próprios! Claro que quem quer, pode só ter festas e saídas, mas depois o resultado final não é muito aprazível.
Não tenho nada em particular para escrever. Estou agora a escrever porque arranjei um pouco de tempo para fazer coisas que não estejam relacionadas com a faculdade. Escrevo só pelo simples facto de estar a escrever, coisa que adoro fazer.
Por vezes ponho-me a pensar que não damos valor ao que temos! Só conseguímos dar valor quando algos nos faz falta.
Lembro-me perfeitamente de no ensino básico pensar que ter 10 ou 12 disciplinas era muito mau, e que tinha muito para fazer e muito dificil. Quando fui para o secundário, as coisas dificultaram um pouco, e as pessoas já achavem que era estremamente complexo acabar o 12º, que não tinham tempo nenhum, que não se podia fazer nada! Pois agora penso: Quem me dera ter tanto trabalho como quem está no secundário!. Mas, embora tenha muito trabalho e de resmungar com o trabalho, posso dar-me por contente, pois tenho trabalho que vai contribuir para um futuro melhor, pois tenho a possibilidade de ainda estudar, sem ter de ser trabalhador-estudante, pois tenho muitos amigos à minha volta, pois tenho muita coisa que muita gente gostava de ter. Quando penso que a minha vida vai mal, reconsidero, pois sei que muita gente gostava de ter uma vida como a minha ou como de muita gente, por muito má que seja. Agora, é viver cada momento, aproveitar ao máximo, dar o máximo de nós, mesmo que nos custe muito. E, se possível, quando tivermos algum tempo disponível, em vez de fazermos as nossas coisas, coisas para nós, para nosso benefício, coisas que gostamos de fazer, deichemos de lado e façamos coisas para os outros, coisas que nós até podemos não gostar de fazer, mas que temos a certeza que vai "mudar o mundo de alguém" e que vai tornar alguém mais feliz. Com isto, por muito que nos tenha custado não fazer o que gostamos para fazer algo para os outros, ficamos mais felizes, pois conseguimos que alguem ficasse melhor, que, por sua vez, também nos deichou melhor.
Tenho de voltar ao trabalhinho...
Até um dia...
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
De novo...
Pois bem... acontece que há já muito tempo que não vinha aqui escrever...
Desleixei-me um pouco!
Eu criei este blog para poder escrever todos os meus pensamentos. Infelizmente penso demasiado, e o meu cérebro não pára um só instante. Sei que pode parecer estranho (ou não), mas acontece que passo a vida a falar sozinho (comigo mesmo) em pensamento... Sempre é melhor que falar em voz alta, eu sei, mas mesmo assim não é bom.
Por isso decidi criar este blog, para poder falar à vontade, neste caso escrever à vontade, sem me preocupar se estou a falar sozinho ou não.
Acontece que me aborreci de escrever, porque simplesmente já não tinha paciência de me sentar em frente de um computador sem ser única e exclusivamente para trabalhar.
Mas agora que as minhas férias estão no fim, acontece que sinto falta de falar com as pessoas com quem estou habituado a falar (os meus amigos). Nas férias desligo-me um bocado (daqueles gigantes) de tudo e de todos, mas depois sinto a falta de os ter perto de mim.
A realidade é que já estou cheio de soidades de todos e de falar e brincar e... enfim... conviver.
Sinto falta dos meus amigos, sinto falta do meus secundário em que estávamos todos juntos, com tempo mais que suficiente para conviver, brincar... Agora com a faculdade, cada um para seu lado, sempre todos cheios de trabalho... A mim custa-me muito... Sei que existem pessoas que não dão valor à amizade, mas eu dou. Dou valor a cada amizade que ganho, e que vou construindo. Ainda dou mais valor àquelas amizades que se vai construindo como uma casa. Casa essa que vai começando a ser construída de raiz, mas que ás vezes, por falha de alguém, fica uma parede mal construída, e depois temos de refazer tudo outra vez até ficar perfeito. E uma casa, temos sempre de tomar conta dela, limpá-la, fazer remodelações de vez em quando. E mesmo que apareça um sismo e venha abaixo, voltamos a erguer a casa, mais bonita que antes.
As amizades são assim para mim. Por mais erros que façamos, por mais abalos que haja, o que conta é que tentemos ter a melhor casa possível.
Sinto falta de todos.
Às vezes dou por mim quase a chorar ou a chorar mesmo (e não tenho vergonha de o dizer) só por não os ter perto de mim, ou por ser convidado a estar perto daqueles de quem gosto e não poder.
Mas a vida é mesmo assim.
Temos de ir construindo a casinha.
E vou-me embora, depois de desabafar um bocadinho.
Desleixei-me um pouco!
Eu criei este blog para poder escrever todos os meus pensamentos. Infelizmente penso demasiado, e o meu cérebro não pára um só instante. Sei que pode parecer estranho (ou não), mas acontece que passo a vida a falar sozinho (comigo mesmo) em pensamento... Sempre é melhor que falar em voz alta, eu sei, mas mesmo assim não é bom.
Por isso decidi criar este blog, para poder falar à vontade, neste caso escrever à vontade, sem me preocupar se estou a falar sozinho ou não.
Acontece que me aborreci de escrever, porque simplesmente já não tinha paciência de me sentar em frente de um computador sem ser única e exclusivamente para trabalhar.
Mas agora que as minhas férias estão no fim, acontece que sinto falta de falar com as pessoas com quem estou habituado a falar (os meus amigos). Nas férias desligo-me um bocado (daqueles gigantes) de tudo e de todos, mas depois sinto a falta de os ter perto de mim.
A realidade é que já estou cheio de soidades de todos e de falar e brincar e... enfim... conviver.
Sinto falta dos meus amigos, sinto falta do meus secundário em que estávamos todos juntos, com tempo mais que suficiente para conviver, brincar... Agora com a faculdade, cada um para seu lado, sempre todos cheios de trabalho... A mim custa-me muito... Sei que existem pessoas que não dão valor à amizade, mas eu dou. Dou valor a cada amizade que ganho, e que vou construindo. Ainda dou mais valor àquelas amizades que se vai construindo como uma casa. Casa essa que vai começando a ser construída de raiz, mas que ás vezes, por falha de alguém, fica uma parede mal construída, e depois temos de refazer tudo outra vez até ficar perfeito. E uma casa, temos sempre de tomar conta dela, limpá-la, fazer remodelações de vez em quando. E mesmo que apareça um sismo e venha abaixo, voltamos a erguer a casa, mais bonita que antes.
As amizades são assim para mim. Por mais erros que façamos, por mais abalos que haja, o que conta é que tentemos ter a melhor casa possível.
Sinto falta de todos.
Às vezes dou por mim quase a chorar ou a chorar mesmo (e não tenho vergonha de o dizer) só por não os ter perto de mim, ou por ser convidado a estar perto daqueles de quem gosto e não poder.
Mas a vida é mesmo assim.
Temos de ir construindo a casinha.
E vou-me embora, depois de desabafar um bocadinho.
quarta-feira, 19 de março de 2008
A arte de Amar - Chiara Lubich
Foi com enorme pesar que no dia 14/03/2008, recebemos a notícia da morte de Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares. Todos aqueles pertencentes a movimentos, católicos e não católicos, bem como toda a comunidade cristã e até alguns dirigentes políticos, sentiram profundamente esta perda, a nível Mundial.
Para homenageá-la, pois seguimos a sua força e determinação, decidimos escolher um texto do seu livro “A arte de Amar”.
“Fazer-se um. Fiz-me tudo para todos.” (1 Cor 9,22)
“Fazer-se um” completamente: Diante de cada próximo devemos saber esquecer (ainda que por breves momentos) qualquer outro compromisso, tudo o que estamos a fazer de bom, de grande e de útil, para estarmos prontos a “ fazermo-nos um “ com ele completamente. Prontos a “fazermo-nos um” com a medida do saber morrer pelo outro.
É esta a vida cristã.”
Visto que o que saiu inicialmente, (sim porque os textos são sempre escolhidos segundo aquilo que Ele deseja, ou seja, ao acaso), era apenas uma frase, que já por si só diz muito. Mesmo assim, decidimos acrescentar mais alguma coisa, e não podia ter saído melhor que a explicação da frase.
Realmente Chiara fazia-se um com cada outro, dando sempre sem esperar nada em troca, amando porque as pessoas precisam de ser amadas e ajudadas. Não é só aquelas que precisam mesmo, toda a gente tem de ser amada. Chiara entregou-se completamente a viver como Jesus nos ensinou e o seu feito mais importante foi ajudar-nos a viver também dessa forma, mostrando como podíamos passar das palavras, aos pequenos simples actos, ou como ela dizia às “Pequenas Coisas”. Sim porque não são só os grandes feitos que realmente valem a pena, os pequenos também apresentam muita importância e por vezes maior grandiosidade. Aceitava o seu fado à semelhança de Maria, por isso mesmo a sua última palavra no leito da morte, foi “SIM”. O sim de Maria, era sincero, honesto, sentido, leal e com muito amor, tal e qual como Chiara. Aquela MULHER transbordava AMOR, e vontade de tornar o MUNDO UNIDO no amor e na paz.
Vai ser uma pessoa cujos seus ensinamentos eu nunca vou conseguir esquecer, nem eu, nem ninguém do movimento. Uma pessoa que desde a 2ºguerra mundial, faz uma revolução cheia de amor por todos aqueles que se cruzaram com ela, nunca esperando receber deles nada, mas mesmo assim dando continuamente. Que luta até aos dias de hoje, com muita garra por este amor, nunca desistindo por mais difícil que seja o caminho, merece tudo aquilo que lhe possamos dar.
Aqui deixo o meu muito obrigado pela sabedoria que me transmite há 8 anos, e que apesar de não se encontrar fisicamente entre nós, vai continuar a transmitir.
Eternamente OBRIGADA!
Mónica Florêncio
Sim, Chiara foi desde sempre um exemplo para nós. Foi e será, pois as pessoas que deixam a sua marca neste mundo nunca desaparecem, o nosso exemplo de Amor Vivo. Para mim, foi aquele alguém que me leva a acreditar que este mundo pode, de facto, ser melhor, que todos podemos criar um mundo em que a Unidade não seja apenas uma utopia. Todos nós, acreditemos em Deus ou não, conhecendo o Movimento do Focolares ou não, conscientes ou não que temos esse ideal.
“Fazer-se um. Fiz-me tudo para todos”, realmente nenhuma outra frase podia explicar tão bem quem era Chiara e qual era o seu propósito de vida. Para quem não sabe ela amava, dava a vida, dava o que tinha e o que não tinha por cada outro que se cruzasse com ela e que precisasse. Ela era assim.
Costumamos dizer que o mais difícil é começar uma Revolução, mas nós já não temos de nos preocupar com isso, Chiara começou-a por nós. Disse-nos o que devemos fazer, manda-nos «morrer» quando é preciso e garante-nos que nunca estamos sozinhos e que quando sentimos alguma solidão, revolta, desilusão não somos mais que um Jesus Abandonado, aquele mesmo que está sempre à nossa espera, aquele que morreu e sofreu por nós, aquele nos deu as ferramentas para vivermos num mundo de Paz e Amor.
Talvez tenha sido ironia Chiara ter morrido um dia antes da IV Noite de Fados, mas tenho a certeza que este triste acontecimento fez com que um grupo se voltasse a unir onde alguns nós estavam a desfiar-se.
A ti Chiara, o meu OBRIGADO, porque me ensinaste a AMAR O AMOR, fazendo com que este passasse a ser o meu ideal, passasse a ser a minha (nossa) forma de vida. E já sabes que continuaremos a precisar das tuas dicas, por isso, onde quer que estejas, olha por nós, como Maria.
Patrícia Dôro
Desta forma, também deixo aqui, a minha mais sincera opinião, agradecimento e homenagem àquela que, para mim, foi sem duvida uma grande mulher.
Foi Chiara que me ensinou grande parte do que sei hoje. Sempre que necessitava de ajuda, bastava-me abrir um livro dela, e ela dizia-me tudo aquilo que eu precisava ouvir. Mas, não só conseguia tocar-me com as suas palavras, a mim que sou cristão, como a todos os que as ouviam. Ela conseguia falar de forma simples, clara, concreta, mas acima de tudo, conseguia falar para todos. Ensinava cada pessoa a amar, a dar cada passo como se fosse o ultimo, a vivermos cada momento como se não existisse amanhã. Ensinou-me a dar valor a cada pequenina coisa, e, principalmente, que podia ser eu a fazer as pequeninas coisas, que, por mais pequenas que fossem, podiam mudar o mundo de alguém. Ensinou-me que não preciso de mudar o mundo inteiro, mas que consigo, com pequenos gestos, mudar o dia de alguém, e que, se todos fizermos estas pequeninas coisas, mudaremos o mundo.
Todo o seu trabalho, sacrifício esforço, dedicação, não acabam aqui. Muitos de nós continuamos a seu ideal, o nosso ideal, o mundo unido, o amor. Ela fez o mais difícil, resta-nos a nós, não a desapontarmos. Cabe a cada um de nós, fazer estes pequenos gestos, para ajudar um vizinho, um amigo, ou mesmo um desconhecido. Assim, amando cada um, fazendo-nos um, conseguimos um mundo melhor.
OBRIGADÃO por tudo o que me ensinaste. E agora, tentarei transmitir a cada um, tudo aquilo que nos ensinaste.
Até sempre, Chiara, sempre viva connosco, sempre ‘um’, sempre no amor.
Filipe Gouveia
Para homenageá-la, pois seguimos a sua força e determinação, decidimos escolher um texto do seu livro “A arte de Amar”.
“Fazer-se um. Fiz-me tudo para todos.” (1 Cor 9,22)
“Fazer-se um” completamente: Diante de cada próximo devemos saber esquecer (ainda que por breves momentos) qualquer outro compromisso, tudo o que estamos a fazer de bom, de grande e de útil, para estarmos prontos a “ fazermo-nos um “ com ele completamente. Prontos a “fazermo-nos um” com a medida do saber morrer pelo outro.
É esta a vida cristã.”
Visto que o que saiu inicialmente, (sim porque os textos são sempre escolhidos segundo aquilo que Ele deseja, ou seja, ao acaso), era apenas uma frase, que já por si só diz muito. Mesmo assim, decidimos acrescentar mais alguma coisa, e não podia ter saído melhor que a explicação da frase.
Realmente Chiara fazia-se um com cada outro, dando sempre sem esperar nada em troca, amando porque as pessoas precisam de ser amadas e ajudadas. Não é só aquelas que precisam mesmo, toda a gente tem de ser amada. Chiara entregou-se completamente a viver como Jesus nos ensinou e o seu feito mais importante foi ajudar-nos a viver também dessa forma, mostrando como podíamos passar das palavras, aos pequenos simples actos, ou como ela dizia às “Pequenas Coisas”. Sim porque não são só os grandes feitos que realmente valem a pena, os pequenos também apresentam muita importância e por vezes maior grandiosidade. Aceitava o seu fado à semelhança de Maria, por isso mesmo a sua última palavra no leito da morte, foi “SIM”. O sim de Maria, era sincero, honesto, sentido, leal e com muito amor, tal e qual como Chiara. Aquela MULHER transbordava AMOR, e vontade de tornar o MUNDO UNIDO no amor e na paz.
Vai ser uma pessoa cujos seus ensinamentos eu nunca vou conseguir esquecer, nem eu, nem ninguém do movimento. Uma pessoa que desde a 2ºguerra mundial, faz uma revolução cheia de amor por todos aqueles que se cruzaram com ela, nunca esperando receber deles nada, mas mesmo assim dando continuamente. Que luta até aos dias de hoje, com muita garra por este amor, nunca desistindo por mais difícil que seja o caminho, merece tudo aquilo que lhe possamos dar.
Aqui deixo o meu muito obrigado pela sabedoria que me transmite há 8 anos, e que apesar de não se encontrar fisicamente entre nós, vai continuar a transmitir.
Eternamente OBRIGADA!
Mónica Florêncio
Sim, Chiara foi desde sempre um exemplo para nós. Foi e será, pois as pessoas que deixam a sua marca neste mundo nunca desaparecem, o nosso exemplo de Amor Vivo. Para mim, foi aquele alguém que me leva a acreditar que este mundo pode, de facto, ser melhor, que todos podemos criar um mundo em que a Unidade não seja apenas uma utopia. Todos nós, acreditemos em Deus ou não, conhecendo o Movimento do Focolares ou não, conscientes ou não que temos esse ideal.
“Fazer-se um. Fiz-me tudo para todos”, realmente nenhuma outra frase podia explicar tão bem quem era Chiara e qual era o seu propósito de vida. Para quem não sabe ela amava, dava a vida, dava o que tinha e o que não tinha por cada outro que se cruzasse com ela e que precisasse. Ela era assim.
Costumamos dizer que o mais difícil é começar uma Revolução, mas nós já não temos de nos preocupar com isso, Chiara começou-a por nós. Disse-nos o que devemos fazer, manda-nos «morrer» quando é preciso e garante-nos que nunca estamos sozinhos e que quando sentimos alguma solidão, revolta, desilusão não somos mais que um Jesus Abandonado, aquele mesmo que está sempre à nossa espera, aquele que morreu e sofreu por nós, aquele nos deu as ferramentas para vivermos num mundo de Paz e Amor.
Talvez tenha sido ironia Chiara ter morrido um dia antes da IV Noite de Fados, mas tenho a certeza que este triste acontecimento fez com que um grupo se voltasse a unir onde alguns nós estavam a desfiar-se.
A ti Chiara, o meu OBRIGADO, porque me ensinaste a AMAR O AMOR, fazendo com que este passasse a ser o meu ideal, passasse a ser a minha (nossa) forma de vida. E já sabes que continuaremos a precisar das tuas dicas, por isso, onde quer que estejas, olha por nós, como Maria.
Patrícia Dôro
Desta forma, também deixo aqui, a minha mais sincera opinião, agradecimento e homenagem àquela que, para mim, foi sem duvida uma grande mulher.
Foi Chiara que me ensinou grande parte do que sei hoje. Sempre que necessitava de ajuda, bastava-me abrir um livro dela, e ela dizia-me tudo aquilo que eu precisava ouvir. Mas, não só conseguia tocar-me com as suas palavras, a mim que sou cristão, como a todos os que as ouviam. Ela conseguia falar de forma simples, clara, concreta, mas acima de tudo, conseguia falar para todos. Ensinava cada pessoa a amar, a dar cada passo como se fosse o ultimo, a vivermos cada momento como se não existisse amanhã. Ensinou-me a dar valor a cada pequenina coisa, e, principalmente, que podia ser eu a fazer as pequeninas coisas, que, por mais pequenas que fossem, podiam mudar o mundo de alguém. Ensinou-me que não preciso de mudar o mundo inteiro, mas que consigo, com pequenos gestos, mudar o dia de alguém, e que, se todos fizermos estas pequeninas coisas, mudaremos o mundo.
Todo o seu trabalho, sacrifício esforço, dedicação, não acabam aqui. Muitos de nós continuamos a seu ideal, o nosso ideal, o mundo unido, o amor. Ela fez o mais difícil, resta-nos a nós, não a desapontarmos. Cabe a cada um de nós, fazer estes pequenos gestos, para ajudar um vizinho, um amigo, ou mesmo um desconhecido. Assim, amando cada um, fazendo-nos um, conseguimos um mundo melhor.
OBRIGADÃO por tudo o que me ensinaste. E agora, tentarei transmitir a cada um, tudo aquilo que nos ensinaste.
Até sempre, Chiara, sempre viva connosco, sempre ‘um’, sempre no amor.
Filipe Gouveia
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
MAR...
Dedicado a uma AMIZADE especial
Mar é um nome bonito, tal como o teu;
e em muito se compara contigo.
O mar, é lindo,
transmite calma,
é sereno.
Um ombro amigo, quando necessitamos.
Não precisa de falar,
a sua companhia é tudo para nós.
O mar, embora suave,
tem muita força interior.
é dotado de um imenso poder,
capaz de superar todos os obstáculos.
Tem garra e é cheio de energia.
O mar... é algo especial para alguns.
E tu és um mar para... mim.
Obrigado por tudo
Mar é um nome bonito, tal como o teu;
e em muito se compara contigo.
O mar, é lindo,
transmite calma,
é sereno.
Um ombro amigo, quando necessitamos.
Não precisa de falar,
a sua companhia é tudo para nós.
O mar, embora suave,
tem muita força interior.
é dotado de um imenso poder,
capaz de superar todos os obstáculos.
Tem garra e é cheio de energia.
O mar... é algo especial para alguns.
E tu és um mar para... mim.
Obrigado por tudo
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
O Mundo de hoje...
Bem, tenho pensado muito nisto e cada vez me preocupo mais!
O mundo já não é o k era. As pessoas são diferentes... será isto k keremos?
Ora vejamos, as pessoas de hoje são más. As pessoas tornaram-se cínicas, falsas, hipócritas, egoístas, orgulhosas, convencidas, presunçosas, pensam que são superiores aos outros, enfim... podemos estar aki uma eternidade a escrever o k as pessoas são...
Existem mais defeitos que qualidades. As pessoas de hoje são grandes actores (e muito bons por sinal, os meus parabéns!). O k kero dizer com isto é k hoje em dia, as pessoas são kem kerem, isto é, são kem "dá jeito". Umas vezes dá jeito fazer-se de vitima, então conseguem por um ar de inocente, kuando está nos olhos que são culpados; outras das vezes dá jeito parecer triste e infeliz, kuando no fundo estão cheios de alegria...
As pessoas conseguem fazer o k kerem e bem lhes apetece, conforme dá jeito... mas infelizmente não é da melhor maneira. Recorrem a falsidades e hipócrisias.
Hoje em dia reina também o filosofia do: "se ele faz, eu tb posso fazer!" ou "se os outros fazem, tb faço!".
Lá se vai a filosofia do "não faças aos outros akilo que não gostas que te façam a ti", se é k alguma vez houve tal...
Hoje em dia, é a lei da sobrevivência k reina... mas será k é isso k keremos?
E o k me preocupa mais, até pk tb me toca a mim, é que as pessoas não aprendem com os seus erros. Será que somos assim tão estupidos?
Cada vez é mais literal: "errar é humano, perdoar é divino"!
Nós, k somos humanos, parece que temos obrigatóriamente que errar, só pk somos humanos. Perdoar é uma coisa k não sabemos fazer. Até podemos dizer k perdoamos, mas nunca eskecemos, fica sempre akele rancor, akele bixinho...
A k ponto é k nós chegamos?
O k ganhamos com isso?
Sinceramente, é isto k se ker?
...
O mundo já não é o k era. As pessoas são diferentes... será isto k keremos?
Ora vejamos, as pessoas de hoje são más. As pessoas tornaram-se cínicas, falsas, hipócritas, egoístas, orgulhosas, convencidas, presunçosas, pensam que são superiores aos outros, enfim... podemos estar aki uma eternidade a escrever o k as pessoas são...
Existem mais defeitos que qualidades. As pessoas de hoje são grandes actores (e muito bons por sinal, os meus parabéns!). O k kero dizer com isto é k hoje em dia, as pessoas são kem kerem, isto é, são kem "dá jeito". Umas vezes dá jeito fazer-se de vitima, então conseguem por um ar de inocente, kuando está nos olhos que são culpados; outras das vezes dá jeito parecer triste e infeliz, kuando no fundo estão cheios de alegria...
As pessoas conseguem fazer o k kerem e bem lhes apetece, conforme dá jeito... mas infelizmente não é da melhor maneira. Recorrem a falsidades e hipócrisias.
Hoje em dia reina também o filosofia do: "se ele faz, eu tb posso fazer!" ou "se os outros fazem, tb faço!".
Lá se vai a filosofia do "não faças aos outros akilo que não gostas que te façam a ti", se é k alguma vez houve tal...
Hoje em dia, é a lei da sobrevivência k reina... mas será k é isso k keremos?
E o k me preocupa mais, até pk tb me toca a mim, é que as pessoas não aprendem com os seus erros. Será que somos assim tão estupidos?
Cada vez é mais literal: "errar é humano, perdoar é divino"!
Nós, k somos humanos, parece que temos obrigatóriamente que errar, só pk somos humanos. Perdoar é uma coisa k não sabemos fazer. Até podemos dizer k perdoamos, mas nunca eskecemos, fica sempre akele rancor, akele bixinho...
A k ponto é k nós chegamos?
O k ganhamos com isso?
Sinceramente, é isto k se ker?
...
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Wind of change
Esta é uma música k eu gosto muito. Já é um pouco antiga, mas pronto...
Scorpions
Wind of Change
I follow the Moskva
Down to Gorky Park
Listening to the wind of change
An August summer night
Soldiers passing by
Listening to the wind of change
The world is closing in
Did you ever think?
That we could be so close, like brothers
The future's in the air
I can feel it everywhere
Blowing with the wind of change
Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow dream away
In the wind of change
Walking down the street
Distant memories
Are buried in the past forever
I follow the Moskva
Down to Gorky Park
Listening to the wind of change
Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow share their dreams
With you and me
Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow dream away
In the wind of change
The wind of change blows straight
Into the face of time
Like a stormwind that will ring
The freedom bell for peace of mind
Let your balalaika sing
What my guitar wants to say
Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow share their dreams
With you and me
Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow dream away
In the wind of change
Scorpions
Wind of Change
I follow the Moskva
Down to Gorky Park
Listening to the wind of change
An August summer night
Soldiers passing by
Listening to the wind of change
The world is closing in
Did you ever think?
That we could be so close, like brothers
The future's in the air
I can feel it everywhere
Blowing with the wind of change
Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow dream away
In the wind of change
Walking down the street
Distant memories
Are buried in the past forever
I follow the Moskva
Down to Gorky Park
Listening to the wind of change
Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow share their dreams
With you and me
Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow dream away
In the wind of change
The wind of change blows straight
Into the face of time
Like a stormwind that will ring
The freedom bell for peace of mind
Let your balalaika sing
What my guitar wants to say
Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow share their dreams
With you and me
Take me to the magic of the moment
On a glory night
Where the children of tomorrow dream away
In the wind of change
Entrada...
Bem, não sei o k dizer... Nem seker sei ao certo porque criei este blog. Talvez esteja a plagiar a ideia da minnie e da patty. Mas criei este blog, talvez por necessiade pessoal.
Talvez eu encontre aki um sitio onde posso "desabafar" ou dizer o k penso kuando não tenho coragem de o verbalizar.
Aki serei "eu mesmo", um eu k não consigo mostrar pessoalmente. Talvez eu tenha duas caras.
Talvez isso seja mau, ou talvez não, não sei. Mas sei k sou uma pessoa diferente kuando escrevo e kuando falo. Sei k este "eu" k escreve as cenas é o meu verdadeiro eu. Talvez esteja a ser demasiado filosófico. Num sei... é o k sinto...
Não sei se seker alguém vai ver este blog, mas enfim, faz-me sentir melhor.
Já devem ter reparado que sou feito de incertezas e indecisões. Talvez isto... talvez akilo... enfim...
Espero k este blog seja bastante positivo, tanto para mim, como para kem o lê.
Cumprimentos
Talvez eu encontre aki um sitio onde posso "desabafar" ou dizer o k penso kuando não tenho coragem de o verbalizar.
Aki serei "eu mesmo", um eu k não consigo mostrar pessoalmente. Talvez eu tenha duas caras.
Talvez isso seja mau, ou talvez não, não sei. Mas sei k sou uma pessoa diferente kuando escrevo e kuando falo. Sei k este "eu" k escreve as cenas é o meu verdadeiro eu. Talvez esteja a ser demasiado filosófico. Num sei... é o k sinto...
Não sei se seker alguém vai ver este blog, mas enfim, faz-me sentir melhor.
Já devem ter reparado que sou feito de incertezas e indecisões. Talvez isto... talvez akilo... enfim...
Espero k este blog seja bastante positivo, tanto para mim, como para kem o lê.
Cumprimentos
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